O vereador Luís Especiato (PT), por meio de requerimento aprovado por unanimidade em sessão ordinária realizada em 31 de março, está solicitando informações ao Poder Executivo sobre a quantidade de pessoas que atuam no serviço de varrição de ruas no perímetro urbano,
Como argumento para os pedidos de informações, Especiato mencionou, em sua propositura, que a Casa Legislativa aprovou o Projeto de Lei nº 28/2025, que atualiza o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, na sessão extraordinária realizada na quarta-feira, dia 26.
Diz o parlamentar, que no projeto de lei também há a destinação de recursos para a varrição de ruas. “Então fiz a solicitação para saber quantas pessoas hoje atuam na varrição de rua no município de Jales e quais são as áreas atendidas. Quando aprovamos o projeto no dia 26, na Sessão Extraordinária, aprovamos toda a coleta e manejo de todos os tipos de resíduos do nosso município, inclusive os hospitalares, de saúde, comuns das residências e a coleta seletiva do lixo. Lá também consta a varrição, então faz parte da limpeza pública. Por isso fiz esse Requerimento”, explicou o Edil.
Vereador cobra informações sobre casas de conjunto habitacional ocupadas e outras não entregues
Na segunda-feira, dia 31 de março, a Câmara Municipal de Jales aprovou também por unanimidade, requerimento do vereador Luís Especiato, que solicita ao Executivo, novas informações sobre as dezesseis casas do Conjunto Habitacional “João Batista Colodetti”.
O parlamentar lembra que visitou recentemente o local e que os moradores afirmaram que havia três casas que já foram entregues. “Em virtude disso, fiz a solicitação para que o poder público esclareça se de fato essas casas foram entregues. Eu também não sei se foram oficialmente entregues”, ressaltou Especiato em sua justificativa.
Em relação à possibilidade de as três residências terem sido entregues a moradores, ele questionou a razão de não terem sido destinadas as outras treze residências do conjunto habitacional.
“Então se três casas foram entregues, por que as demais treze não? E quais critérios foram utilizados para que essas três famílias recebessem o benefício e outras treze, que poderiam ter recebido, não tivessem a mesma sorte? Acho que deveriam ter entregues todas as dezesseis casas e ponto final”, declarou o vereador.


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