Dados de acidentes e doenças ocupacionais disponíveis para consulta

 


Estão disponíveis os dados sobre acidentes de trabalho e doenças ocupacionais de 2012 a 2024; levantamento pode ser feito por município

 




Iniciativa SmartLab atualiza dados e os disponibiliza para acesso público

 

Os(as) jornalistas já podem ter acesso aos dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho entre os anos de 2012 e 2024. A ferramenta virtual é um repositório estatístico com informações públicas e oficiais da área da Previdência Social, que mostra números de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais registrados, perfil dos afastamentos (inclusive por transtornos mentais), perfil dos acidentes, segmentos econômicos que mais acidentam, tipos de lesão, gastos previdenciários, número de mortes por acidente de trabalho, estimativa de subnotificação de acidentes e doenças ocupacionais, dentre outras, com a possibilidade de levantar os números por município e/ou por estado da Federação, respeitando o recorte temporal sugerido pelo(a) usuário(a).

 

O Observatório integra a iniciativa SmartLab que, em 2025, alcança seu décimo ano de existência. O objetivo fundamental da ferramenta é o de melhor informar e subsidiar políticas públicas de prevenção de acidentes e doenças no trabalho, de modo que todas as ações, programas e iniciativas passem a ser orientadas por evidências não apenas em nível nacional e regional, mas principalmente em cada um dos 5.570 municípios brasileiros.

 

Dentre os recortes nacionais, destaca-se o registro de 8,8 milhões de acidentes do trabalho e 32 mil mortes no emprego com carteira assinada (um óbito a cada 3,5 horas) no período de 2012 a 2024. O gasto com esses benefícios, desde 2012, em valores nominais, já chega a R$ 173 bilhões de reais.

 

Os benefícios por incapacidade temporária associados à saúde mental no trabalho mais do que dobraram no último biênio, passando de 201 mil em 2022 para 472 mil em 2024 (aumento de 134%), destacando-se afastamentos acidentários por reações ao estresse (28,6%), ansiedade (27,4%), episódios depressivos (25,1%) e depressão recorrente (8.46%).

 

O Observatório pode ser acessado pelo endereço: Link


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