Quando
nos sentimos em perigo, o cérebro manda um aviso para o corpo e os sinais logo
aparecem: fica difícil respirar, depois vem a taquicardia, o suor nas
extremidades, pés e mãos gelados, músculos tensos e pensamentos tumultuados.
Essa reação é temporária e natural.
Medo é um estado emocional que surge em resposta a consciência perante
uma situação de eventual perigo.
A ideia de que algo ou alguma coisa possa ameaçar a
segurança ou a vida de alguém, faz com que o cérebro ative, involuntariamente,
uma série de compostos químicos que provocam reações que caracterizam o medo.
Para a
psicologia o medo é um
sentimento de insegurança em relação a uma pessoa, uma situação ou um
objeto.
Medo é pessoal, o que assusta um pode ser indiferente do outro.
Para além das definições da palavra, o medo é uma sensação. Essa sensação está ligada a um estado em que o organismo se coloca em alerta, diante de algo que se acredita ser uma ameaça. O medo é um estado de alerta extremamente importante para a sobrevivência humana.
O medo é
uma sensação que proporciona um
estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por
se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente.
É também uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo. Esta reação inicial dispara uma resposta fisiológica.
Mais de 23% das pessoas deixam de realizar atividades do dia a dia devido a um nível excessivo de medo. Tudo depende, claro, da intensidade.
Acredite, sentir medo é saudável e necessário para se prevenir de
situações de risco.
Nosso cérebro analisa e identifica ameaças o tempo todo”.
Uma pesquisa feita recentemente pelo Datafolha
sobre assuntos relacionados a saúde, sociedade, família e dinheiro mostra que:
·
84% dos
brasileiros têm medo de depender fisicamente de alguém,
·
83% temem a
dependência mental e
· 78%, a financeira.
Hardcore mesmo é quando o estresse gerado pelo medo se torna intenso, frequente e muitas vezes irracional, afetando sua saúde mental, causando fobia, pânico ou estresse pós-traumático.
Na ansiedade o indivíduo teme antecipadamente o
encontro com a situação ou objeto que possa lhe causar algum mal. Sendo assim,
é possível se traçar uma escala de graus de medo, no qual, o máximo seria o
pavor e, o mínimo, uma leve ansiedade.
O medo pode se transformar em uma doença (a fobia) quando passa a comprometer as relações sociais e a causar sofrimento psicológico.
7 dicas para
superar os seus medos
1. Aceite os seus medos. Uma das piores coisas que você pode fazer é negar
que tem determinado medo. ...
2. Escreva sobre os seus medos. ...
3. Cultive pensamentos positivos. ...
4. Ressalte as suas vitórias. ...
5. Converse sobre os seus medos com amigos e familiares. ...
6. Foque na sua respiração. ...
7. Faça terapia.
Quem sente medo tem uma sensação de preocupação eminente. A pessoa que sofre com o medo tem a impressão que algo ruim vai acontecer e que algo (alguém, um lugar ou situação) pode afetá-la, feri-la ou fazer um estrago.
Como disse Augusto Branco: “Que as outras pessoas e o medo nunca te vençam. Seja apenas tu a
derrotar a ti mesmo, pela graça de teres superado todos os teus limites!”
E ainda disse Branco sobre o medo: “Muitas coisas não são realizadas por que o medo vence as pessoas. Vença o medo e verás um mundo de possibilidades desdobrar-se diante de teus olhos”.
“A esperança é um alimento da nossa alma, ao qual se
mistura sempre o veneno do medo”. Voltaire
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