José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. paivanetto@lbv.org.br www.boavontade.com
A morte não é o término da existência humana. Você não acredita? Tem todo o direito. Mas, e se for verídico?! Premie-se, minha amiga, meu amigo, com o benefício da dúvida, base do discurso científico, que, graças à perquirição incessante, prossegue desbravando estradas novas para a humanidade.
Pondero ainda: você não é obrigado ou obrigada a crer na existência das Almas, apesar do fato de que você é Espírito mesmo agora, estando na carne, e o será amanhã, quando Dona Morte vier bater à sua porta, seja rei ou súdito, fiel ou sacerdote, enfermo ou médico, civil ou militar... Também não é forçada ou forçado a concluir que os entes espirituais possam dirigir-se aos seres terrestres, o que ocorre quando há Permissão Divina. Os livros sagrados das religiões — e hoje de diversos cientistas renomados — estudam a matéria e estão cheios de comprovações.
Contudo, minha Irmã, meu Irmão, sua descrença não significa que eles não existam ou que estejam condenados à mudez permanente.
Diz Jesus, o Médium de Deus na Terra, no Seu Evangelho, segundo Marcos, 12:27, e temos aqui enfatizado: ”Deus é Deus de vivos, não de mortos. Como não credes nisso, andais muito enganados”.
É o Cristo quem está afirmando! Portanto, Deus não é morte. É vida. E Vida Eterna. Com isso, o próprio Mestre revelou que o Pai Celestial universalmente governa seres imortais.
Espírito, Amor, pão e estudo
Sem o sentido de Fraternidade Ecumênica, acabaríamos com o planeta, mantendo nossos cérebros brilhantes, mas os corações opacos. A almejada reforma da sociedade não virá em sua plenitude se o Espírito Eterno da cidadã (ou do cidadão) não for levado em alta conta. O mundo precisa de progresso — sim e sempre — que lhe dê pão e estudo; todavia, necessita igualmente do indispensável alimento do Amor e, por conseguinte, do respeito.
A Solidariedade, a Generosidade, a Compaixão e a Fraternidade são justamente combustíveis que motivam a ação diligente de todos os atores sociais idealistas da comunidade internacional.
Jesus, a medicina preventiva
Alguns pensam que só nos devemos lembrar do Amigo Celeste quando enfrentamos o sofrimento. Todavia, Jesus é a medicina preventiva de que as nações necessitam. Daí O considerarmos a Religião da Vida, neste e no Outro Lado da existência. Afinal de contas, Ele superou a Dor, tão presente no mundo. Do infortúnio, do qual tantos retiram derrota, Jesus, sob a inspiração de Deus, construiu a Sua Autoridade e estabeleceu o Seu Poder diante dos olhos materiais, visto que já os possuía antes mesmo da criação do planeta.
“No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e nada do que se fez foi feito sem Ele: Cristo Jesus. A vida estava Nele, e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, mas as trevas não prevaleceram contra ela.” Jesus (João, 1:1 a 5).
Portanto, em vez de invocar Aquele que é UM com o Pai Celestial apenas na hora do perigo ou da agonia, não é melhor debruçarmo-nos sobre o que Ele pregou e viver em consonância com os Seus libertários — espiritualmente falando — preceitos? Busquemos respostas no irreprochável Mentor Divino, uma vez que O aceitamos como padrão ecumênico. Ele disse: “Passará o Céu, passará a Terra, mas as minhas palavras não passarão” (Evangelho, consoante Lucas, 21:33).
Será isso brincadeira?! É evidente que não!

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