FOLHAGERAL: Luis Henrique aproveita boa fase e lança sua pré-candidatura à reeleição

 As eleições

municipais, neste ano de 2024, vão acontecer no dia 6 de outubro (domingo). Ou seja, daqui pouco mais de sete meses. Nelas serão eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

Somente nos

municípios com mais de 200 mil eleitores, em que no primeiro turno a chapa mais votada à prefeitura não atingir a metade mais um dos votos válidos, a decisão entre as duas chapas mais votadas será no segundo turno (27 de outubro, domingo).

Aparentemente,

tudo vai acontecer de maneira simples. Mas não será simples. Primeiro porque o país é grande. As eleições neste ano vão envolver cerca de 155 milhões de eleitores que vão eleger candidatos em 5.569 municípios.

Além disso,

existe um processo eleitoral detalhado pela Justiça Eleitoral, que vai ser cumprido rigorosamente. Na “janela partidária”, os vereadores poderão trocar de partido para concorrer às eleições sem perder o mandato.

Haverá prazos

para que os partidos políticos registrem seus estatutos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e para que os candidatos estejam devidamente filiados, com o domicílio eleitoral definido onde pretender concorrer.

Naturalmente,

haverá as convenções partidárias. Nelas, os partidos políticos vão deliberar sobre quais serão seus candidatos a concorrer à prefeitura e aos cargos de vereador. Enfim, tudo deverá ficar conforme a Justiça Eleitoral.

A atuação

das empresas e entidades que realizam pesquisas eleitorais será regularizada. Assim como a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, que terá prazo definido e condutas regradas dos agentes públicos.

Para quem

não gosta de ler e interpretar textos de natureza jurídica, a legislação eleitoral brasileira pode ser indigesta. Mas o processo eleitoral tem que ser previamente definido. Nesse ponto, o Brasil é uma nação organizada e respeitada.

Ainda não é

possível saber como será o comportamento do eleitorado brasileiro. Queira Deus que as feridas abertas na alma dos eleitores, por conta das disputas políticas alucinadas em eleições anteriores, estejam se curando.

Agora é hora

da maioria dos eleitores respirar fundo, acalmar o coração e unir as energias em favor da paz geral, visando neutralizar aqueles infelizes que insistem em provocar a raiva e a discórdia.

No eleitorado

brasileiro, existem pessoas fiéis a partidos políticos, existem pessoas apegadas a opiniões antigas, existem pessoas que seguem grupos influenciadores, existem pessoas que agem de forma igual em todas as eleições.

No entanto,

de maneira geral, o grande eleitorado brasileiro não mantém uma coerência característica, uma atitude inalterada. Muda de opinião e muda de lado, assim como muda de camisa. A fidelidade política não é forte no eleitorado brasileiro.

Isso não quer

dizer que os eleitores brasileiros não sejam confiáveis. Quase sempre, os brasileiros ficam alheios aos movimentos políticos. Porém, depois tomam suas posições conforme as circunstâncias e necessidades.

Na cidade

de São Paulo, os eleitores já elegeram prefeitos: Jânio Quadros (PTB), Luiza Erundina (PT), Paulo Maluf (PDS), Celso Pitta (PPB), Marta Suplicy (PT), José Serra (PSDB), Gilberto Kassab (DEM), Fernando Haddad (PT), João Dória (PSDB).

Isso pode ser

explicado pela famosa diversidade do povo brasileiro. Nas diferentes paisagens do Brasil, desde os tempos coloniais, os brasileiros mostram sua mistura de genes, sua riqueza criativa e sua cultura diferenciada.

Em muitas

ocasiões, os políticos erram por não enxergarem as qualidades dos eleitores. Políticos eleitos, governam sem perceber que os eleitores estão de olho neles. Depois se surpreendem ao serem desprezados pelos eleitores.

Em Jales

há partidos políticos que ainda não sabem como devem atuar na busca de reforços para seus quadros de filiados, com vistas a melhorar a sua força. Isso vai mesmo refletir durante a campanha eleitoral.

O prefeito

Luís Henrique não está dormindo no ponto. Correligionários e outros, com chances de obter boa performance eleitoral, estão sendo assediados para possíveis candidaturas a vereadores.

Dizem que

o prefeito – pré-candidato à reeleição – tem a intenção de formar um time de primeira linha para obter muitas cadeiras na Câmara de Vereadores, caso seja eleito e reeleito, e governar com maioria. Ou seja, está pensando lá na frente.

Os críticos

não deixam passar em branco e se perguntam: o prefeito quer mais facilidade do que tem no primeiro mandato? Na Câmara, dos dez representantes do povo, apenas um ou dois vereadores causam incômodos ao prefeito.

Na inauguração

da Casa da Juventude Arthur Ramos dos Santos, por onde circulou, a vice-prefeita Marynilda Cavenaghi não deve ter discursado. Se discursou, foi omitida nos “releases” e fotos distribuídos.

A revista

Você S/A, da Editora Abril, anunciou o fim de sua edição impressa. Em nota, o diretor de redação, Alexandre Versignassi, informou que a revista continuará online, contendo matérias sobre carreira e empreendedorismo.



De repente,

o prefeito Luís Henrique (foto) se manifestou – dia 22, quinta-feira – na rede social Facebook: “Hoje usei os microfones do Programa Antena Ligada, da Rádio Antena 102, para reafirmar meu compromisso e amor por Jales.”

Prosseguiu:

“Por isso, em primeira mão, anunciei a minha pré-candidatura a prefeito de Jales para continuar construindo uma nova história para a cidade, com muita responsabilidade e honestidade.”

E concluiu:

“Nossa cidade merece mais! Que Deus nos abençoe e nos dê sabedoria para caminhar nessa nova missão. Vamos juntos nessa caminhada.” Em seguida, muitos admiradores do prefeito postaram elogios à sua administração.

Se alguém

esperava acontecer um fato novo, de forma real e concreta, pois este fato acabou de ocorrer. Agora é certo: o prefeito Luís Henrique é candidato à reeleição e conta com manifestações favoráveis.

Se houver

outros candidatos na concorrência, será ainda melhor. Especialmente se todos participarem dentro dos limites da boa educação. Assim, eles vão enriquecer as propostas em favor da comunidade.

Se tudo correr

bem nas eleições, dentro da civilidade, os candidatos eleitos terão diante de si apenas o compromisso de fazer um bom governo. Com sentimentos serenos, os eleitores vão acompanhar o desempenho dos novos governantes.

As pessoas

inteligentes pensam e agem de forma diferente. Elas não repetem o que faz a maioria das pessoas. Dessa forma, elas conseguem atrair o sucesso de modo impecável, respeitando e sendo respeitadas.

Em tempos idos,

a Associação Comercial de Jales, as empresas de radiodifusão e os partidos políticos se reuniam para organizar e produzir debates de boa qualidade entre os candidatos a cargos municipais. Eram bem sucedidos.

Hoje as coisas

estão mudadas. Os aparelhos eletrônicos móveis estão nas mãos de milhões de pessoas despreparadas, sem noção de responsabilidade, sem limites para causar intimidações e perturbações sociais.

O remédio

contra esse mal existe. Aquelas organizações e pessoas devem novamente se reunir para garantir que as eleições municipais em Jales sejam exemplares, ocupando todo o espaço político com práticas pacíficas, saudáveis e produtivas.


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