Nesta
segunda-feira (19/12), as 16h33min, o blog do jornal Folha Noroeste Digital registrou 50 mil postagens e 10.794.895 acessos
O PL
deve indicar o deputado André do Prado como candidato à sucessão de Carlão Pignatari (PSDB), que preside atualmente a Alesp e encerra o mandato ao final da atual legislatura.
Eleição
está marcada para 15 de março, na posse dos novos deputados estaduais eleitos.
A partir
de 2023, o PL terá a maior bancada da Casa, com 19 deputados estaduais. A eventual escolha de Andre do Prado pode quebrar a hegemonia de cerca de 28 anos de PSDB e seus aliados em eleições diretas na Alesp.
O deputado
do PL em 2023 estará em seu 4º mandato. Só para lembrar, em Jales nos quatro pleitos, o deputado recebeu nas urnas um total 86 votos.
Vejamos:
2010 (17 votos), 2014 (4 votos), 2018 (55 votos) e em 2022 (10 votos). Nos anos de 2015/2016, o deputado André do Prado foi procurado por políticos de Jales para atuar em prol da cidade na liberação de recursos.
Nesta
segunda-feira (19), foi realizada em SP, a solenidade de diplomação dos deputados estaduais, deputados federais, senador e governador eleitos no pleito de 2022.
O deputado
estadual Itamar Borges (foto), um dos mais votados do Estado, foi reeleito para seu quarto mandato na Assembleia Legislativa.
"Vamos
trabalhar juntos, como sempre fizemos. Buscando desenvolvimento para o Estado e conquistas para a população. Esse é o meu compromisso. Trabalhar e trabalhar ainda mais, com as portas de nosso gabinete na ALESP sempre abertas” afirmou Itamar.
Um grande alívio
volta a reinar na sociedade brasileira à medida que as mentiras, hostilidades e apreensões – intensas na campanha eleitoral de 2022 – vão ficando para trás. Tudo caminha em ordem para que os candidatos eleitos tomem posse no início de 2023.
Os candidatos
eleitos ao Poder Executivo (presidente e vice, governadores e vices) tomarão posse em 1º de janeiro de 2023. Os eleitos ao Poder Legislativo (senadores, deputados federais e estaduais (menos o estadode SP) tomarão posse em 1º de fevereiro de 2023.
A partir dessas
datas, as eleições de 2022 estarão definitivamente acabadas, sem chances de retorno. Quem venceu, vai ter que enfrentar os desafios. Quem perdeu,vai ter que revisar os seus planos. A política vai prosseguir na sua normalidade.
Nos Estados Unidos,
as próximas eleições presidenciais vão acontecer no fim de 2024. O clima político eleitoral começa a esquentar. O ex-presidente republicano Donald Trump, que não se reelegeu em 2020, lançou sua nova campanha presidencial no mês passado.
Uma pesquisa
de opinião foi realizada nos Estados Unidos, entre 7 e 11 de dezembro de 2022, depois que candidatos apoiados por Donald Trump ao Congresso do país não tiveram o êxito esperado nas eleições de 8 de novembro de 2022.
A surpresa
da pesquisa é que os eleitores conservadores estão trocando Donald Trump por Ron DeSantis. O também republicano Ron DeSantis, advogado de 44 anos, foi reeleito governador do Estado da Flórida em novembro com larga margem de votos.
A maioria dos
entrevistados na pesquisa preferiram Ron DeSantis para presidente, em vez de Donald Trump, por uma margem de 56% a 33%. A pesquisa também revelou maior aprovação do atual presidente democrata, Joe Biden, em relação a Donald Trump.
Ron DeSantis,
de acordo com a pesquisa, também superou Joe Biden – por 47% a 43% – numa suposta eleição atual. Isto quer dizer que ele já aparece como um nome forte do Partido Republicano para concorrer à Presidência dos Estados Unidos em 2024.
Os dados do
levantamento indicam que Ron DeSantis supera Donald Trump entre os republicanos conservadores e entre os conservadores independentes. Isto significa que os eleitores conservadores desejam o conservadorismo sem Donald Trump.
Mais de 60%
dos eleitores entrevistados preferiram que nem Trump nem Biden concorram nas eleições de 2024. Dessa forma, a pesquisa é um baque para o republicano Donald Trump e um alerta para o democrata Joe Biden.
Donald Trump
está na oposição sem ocupar cargo. Não pode fazer muito para se promover. Por outro lado, Joe Biden está na Presidência e pode se esforçar para elevar a aprovação do seu governo. Mas nenhum dos dois tem o eleitorado em suas mãos.
Aqui no Brasil,
no Estado de Santa Catarina, nas eleições presidenciais de 2002, Lula (PT) obteve 56,6% dos votos válidos entre seis candidatos no primeiro turno. Foi o estado com a maior vitória petista no país, no primeiro turno. Era um reduto lulista.
Audaciosamente,
em Santa Catarina, nas eleições presidenciais de 2018, Bolsonaro (PSL) obteve 65,8% dos votos válidos entre treze candidatos, no primeiro turno. Foi o estado com a maior vitória bolsonarista no país, no primeiro turno. Virou um reduto bolsonarista.
Novamente,
no Estado de Santa Catarina, nestas eleições presidenciais de 2022, Bolsonaro manteve uma votação expressiva de 62,2% dos votos válidos entre onze candidatos, no primeiro turno. Confirmou o estado como reduto bolsonarista.
Também
em Santa Catarina, este ano, houve manifestações públicas intensas após a derrota de Bolsonaro para Lula no segundo turno eleitoral. Lá ocorreu grande quantidade de bloqueios em rodovias.
Os observadores
políticos afirmam que os catarinenses votaram fortemente em Lula em 2002, rejeitando José Serra (PSDB), porque queriam uma mudança. O segundo governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) estava terminando numa situação econômica ruim.
Naquela situação,
pesou mais o voto econômico. Não havia confrontação ideológica ou ética. Não prevalecia um clima de controvérsias e bate-bocas entre os eleitores que os obrigasse a seposicionar politicamente.
O que facilitou
o envolvimento dos catarinenses com o bolsonarismo, tempos depois, foi a cultura tradicional e conservadora dos habitantes num estado sem grandes metrópoles cosmopolitas avançadas e diversificadas culturalmente.
As denúncias
de corrupção envolvendo Lula e o PT quebraram a confiança dos catarinenses, levando-os a rejeitar o candidato e a sigla de esquerda. O turbulento “impeachment” de Dilma Rousseff (PT) fez crescer a oposição ao petismo no estado.
Bolsonaro
conquistou o eleitorado catarinense numa época muito oportuna. Outros candidatos poderiam fazer o mesmo com discursos que valorizassem os anseios que os catarinenses deixaram de encontrar nos petistas.
Assim como
nos outros estados brasileiros, boa parte dos eleitores catarinenses não vota por ideologia. Vota neste ou naquele partido político, dependendo do momento político, social e econômico. Por isto, na política eleitoral tudo pode mudar.
Tanto nos EUA
como no Brasil, os movimentos políticos (trumpismo, bolsonarismo, lulismo e outros) podem se manter fortes ou desaparecer, dependendo do desempenho dos seus representantes. O futuro é incerto. Exige bom desempenho.

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