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O passo inicial
para aprimorar a força de vontade é não aceitar a derrota nem resignar-se em
conquistar menos do que os outros. Isso pode ser usado como trampolim para dar
impulso à sua força de vontade. Todos os grandes homens e heróis da história
experimentaram decepções em algum momento da vida, e fizeram delas um trampolim,
algo que os estimulasse a continuar, a se esforçar, a se aplicar.
Neste mundo
competitivo em que vivemos, é previsível que alguns saiam vitoriosos e outros
fiquem como vencidos ou perdedores. Mas, tenha certeza, não existem eternos
vencedores nem eternos perdedores. A pessoa que sofre uma perda sente-se
desapontada, mas o importante numa hora dessas é seu estado mental. Você precisa
reerguer-se desse desapontamento e transformá-lo em algo maravilhoso. Ele tem de
ser convertido em uma emoção positiva, sublimado em algo bom. Isso é muito
importante.
O desapontamento
é uma reação básica. É ruim se for dominado pelo orgulho e levar à rivalidade.
Mas pode ser usado também de modo positivo para motivá-lo a se autoaprimorar. Se
você perceber que não está sendo capaz de sair da situação em que se encontra,
use o sentimento do inconformismo. Você foi trazido a este mundo por seus pais,
criado e educado com amor. Muitas pessoas nutriram grandes expectativas em
relação a você. É hora de se arrepender de sua negligência e de usar os
fracassos como estímulo para conseguir coisas melhores.
As reflexões desta coluna são extraídas de
“Trabalho e Amor”, do autor e líder espiritual japonês Ryuho Okawa
(IRH Press do
Brasil). O livro oferece uma filosofia de vida aplicada ao
trabalho - como ele deve ser executado, condições para uma carreira bem-sucedida
e relação entre trabalho e amor, tema que dá nome à obra.
Seus mais de 2.100 livros publicados, traduzidos para 28
idiomas, já venderam mais de 100 milhões de exemplares no mundo
todo.
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