Paiva Netto
Vontade,
cultivamos a parte divina que existe em todos os indivíduos, esperando ser
despertada para tornar-se eficaz no roteiro de sua própria evolução. Por isso,
pregamos o Ecumenismo dos Sentimentos Fraternos, que a tudo transcende,
daqueles que anseiam unir‑se na construção de um futuro feliz.
Um
dia, a Ciência expenderá a compreensão daquilo que já percebem os místicos
universalistas: “Somos um”. Sim, somos
um! Sejamos um para manter a sobrevivência deste maltratado orbe. Sejamos um para que a água não fique irremediavelmente poluída. Sejamos um para que, juntos, possamos, pelos meios científicos, descobrir a cura de enfermidades tidas como erradicadas, mas que estão ressurgindo, e para as novas que se manifestem, “descabelando” muita gente e fazendo populações inteiras padecer. Sejamos um, porquanto temos de, mesmo que quando medianamente inteligentes, por mais humildes e simples que sejamos, entender que só dispomos de uma única morada: a Terra.
Sejamos um, também, para que os animais do oceano — como se encontra descrito no Segundo Flagelo do Apocalipse de Jesus, 16:3 — não se tornem extintos: “Derramou o segundo Anjo a sua taça no mar, e este se tornou em sangue como de um cadáver, e morreu todo ser vivente que havia no mar”.
Por exemplo, não permitamos que a vida cesse no Rio dos Macacos, que corta o belo Jardim Botânico, no Rio de Janeiro/RJ. Os peixes, antes facilmente observados pelos visitantes, estão ficando raros.
Com esforços conjuntos mantenhamos a esperança de que ainda possamos salvar nosso planeta.
Em vigor desde 1
O Evangelho claramente recomenda: “Orai e vigiai”, ou seja, confiar em Deus e com empenho trabalhar para que as coisas realmente melhorem.
Saudamos hoje o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, que foi nomeado cardeal pelo papa Francisco no domingo, 12/1. Ele foi o único brasileiro entre os novos 19 príncipes da Igreja anunciados naquele dia.
Por sinal, nosso amigo religioso, em 1997, quando João Paulo II o fez bispo da diocese de São José do Rio Preto, interior paulista, adotou como lema de episcopado “De modo que todos sejam um”. Vem bem ao encontro do meu artigo desta data, cujo conteúdo é fruto da pregação de Paz e Ecumenismo Total que desenvolvemos no Brasil e no exterior, que começou com Alziro Zarur há 64 anos, ao fundar a Legião da Boa Vontade em 1
Portanto, somos todos um em Deus, o Amor Universal, que congrega filhos dos mais diferentes redis na formação de uma Humanidade mais venturosa.
Ao prezado dom Orani, os votos de muito sucesso em suas novas responsabilidades de cardeal na Igreja Católica.
paivanetto@lbv.org.br
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