"O casamento para ser sólido há de ser uma união de almas afins, mas, sem espírito de tolerância, casamento algum vai adiante...
União de almas simpáticas é uma raridade na Terra. Quase todos estamos vinculados aos nossos compromissos de existências anteriores... Com o passar do tempo, o casal que descobre entre si certas diferenças não deve se assustar; é natural que seja assim... Se não houver amor, que pelo menos haja respeito. Tenho visto muitos casamentos se desfazerem por causa do extremo egoísmo dos cônjuges, que não se dispõem a um mínimo de sacrifício e de renúncia.
Ora, estamos ainda muito longe do amor com que devemos nos consagrar uns aos outros, mas nada nos impede de começar a exercitar a paciência, o perdão, o silêncio... Se um não revidasse quando fosse ofendido pelo outro, teríamos um número infinitamente menor de separações conjugais!" Esta coluna tem o patrocínio e responsabilidade da
Associação Espírita "Chico Xavier" de Jales.

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